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    Acpp

    Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal

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    Desde 1977

    Representa os Profissionais Portugueses de Cozinha e Pastelaria

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    Formação Profissional Certificada

    Escola Cozinha e Pastelaria

MARIA CONCEIÇÃO
QUELUZ

Toma-se 1 Kg de massa de farinha de trigo lêveda, deitam-se-lhe 12 ovos, um pouco de sal fino e 2,5 dl de bom azeite quente; liga-se tudo muito bem, de modo que fique numa massa perfeitamente uniforme e bastante fluída. Em seguida, acrescenta-se farinha, pouco a pouco, amassando até que a massa fique enxuta. Esta massa é dividida em duas partes aproximadamente iguais; metade estende-se com a mão em retângulos e coloca-se dentro de um tabuleiro de ir ao forno, com 30 cm de comprimento por 20 cm de largura, aproximadamente, untar com azeite e dá-se-lhe a forma deste tabuleiro.

Numa caçarola deitam-se bastante rodas de cebola, com muito azeite e deixam-se começar a aloirar, só começam, tiram-se as cebolas e no azeite, deitam-se sardinhas limpas e sem cabeça e dá-se-lhes uma passagem rápida.

As sardinhas assim preparadas, dispõem-se arrumadas no tabuleiro forrado de massa. Por cima delas, dispõem-se as rodas de cebola e rega-se com o azeite da caçarola. Por cima põe-se uma tampa formada com outra metade da massa fazendo-a  entrar no tabuleiro e sobre a qual se rebatem as paredes do mesmo tabuleiro. Depois do empadão fechado enfeita-se com sulcos feitos na massa e deixa-se repousar por algumas horas para que a levedura que existia na massa primitiva produza uma certa fermentação e a massa depois de cozida fique um tanto fofa.

 

MLM

MARIA CONCEIÇÃO

QUELUZ

 

 

 

BOLA DE SARDINHAS À MODA DE BRAGANÇA              mlm

 

 

Toma-se 1 Kg de massa de farinha de trigo lêveda, deitam-se-lhe 12 ovos, um pouco de sal fino e 2,5 dl de bom azeite quente; liga-se tudo muito bem, de modo que fique numa massa perfeitamente uniforme e bastante fluída. Em seguida, acrescenta-se farinha, pouco a pouco, amassando até que a massa fique enxuta. Esta massa é dividida em duas partes aproximadamente iguais; metade estende-se com a mão em retângulos e coloca-se dentro de um tabuleiro de ir ao forno, com 30 cm de comprimento por 20 cm de largura, aproximadamente, untar com azeite e dá-se-lhe a forma deste tabuleiro.

 Numa caçarola deitam-se bastante rodas de cebola, com muito azeite e deixam-se começar a aloirar, só começam, tiram-se as cebolas e no azeite, deitam-se sardinhas limpas e sem cabeça e dá-se-lhes uma passagem rápida.

 

As sardinhas assim preparadas, dispõem-se arrumadas no tabuleiro forrado de massa. Por cima delas, dispõem-se as rodas de cebola e rega-se com o azeite da caçarola. Por cima põe-se uma tampa formada com outra metade da massa fazendo-a  entrar no tabuleiro e sobre a qual se rebatem as paredes do mesmo tabuleiro. Depois do empadão fechado enfeita-se com sulcos feitos na massa e deixa-se repousar por algumas horas para que a levedura que existia na massa primitiva produza uma certa fermentação e a massa depois de cozida fique um tanto fofa.

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